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Você já ouviu falar em Epicondilite Lateral do Cotovelo? Saiba como o Pilates pode ajudar!

Provavelmente você já ouviu aquele ditado: tá com dor de cotovelo? Tirando o sentido figurado, a dor de cotovelo pode se tornar um problema sério chamado Epicondilite Lateral do Cotovelo (ELC), mais conhecido como “cotovelo de tenista”.

Apesar de a nomenclatura estar relacionada com esporte, dos pacientes que apresentam a epicondilite lateral do cotovelo, apenas 5 a 10% praticam algum esporte. Sendo assim, verificamos que a maioria dos pacientes não é atleta.

A lesão não ocorre diretamente no cotovelo e sim no punho, causada por movimentos excessivos de extensão de punho e dedos, que geram sobrecarga sobre as articulações. Isso resulta em pequenas lesões nos tendões que ligam os músculos do antebraço na parte externa do cotovelo.

Essas pequenas lesões podem ocorrer durante a realização de esportes, trabalhos manuais ou até mesmo pelo posicionamento incorreto durante a prática do Pilates.

Por este motivo, você instrutor deve estar atendo ao posicionamento do seu aluno durante a realização dos exercícios. Procure sempre orientar e corrigir os movimentos, evitando o surgimento de lesões e da epicondilite lateral do cotovelo.

Fique de olho, pois neste texto vamos abordar tudo o que você deve saber sobre essa patologia!

Entendendo a Epicondilite Lateral do Cotovelo

O sufixo “ite”, na medicina, significa inflamação.

Sendo assim a epicondilite lateral do cotovelo foi classificada como um processo inflamatório de um osso chamado epicôndilo, que são proeminências ósseas de onde nascem os músculos que vão dar movimento ao antebraço e à mão.

No passado, acreditava-se que a epicondilite lateral do cotovelo era um processo inflamatório. Porém, de acordo com Nirschl e Pettrone (1979, p. 832-9, apud COHEN e FILHO, 2012, p. 415), durante uma inspeção microscopia encontraram microrrupturas de fibras colágenas.

Nessas microrrupturas havia crescimento de fibroblastos nos tecidos de granulação, acompanhadas de cicatrização parcial e de hiperplasia angiofibroblástica como ocorre em um processo degenerativo.

Este processo foi classificado em quatro estágios de lesões, sendo:

  • 1º estágio – inflamatório, reversível e sem alteração patológica.
  • 2º estágio – caracterizado pela degeneração angiofibroblástica.
  • 3º estágio – caracterizado pela tendinose associada a uma ruptura tendinosa.
  • 4º estágio – além das alterações deste último, encontra-se a presença de fibrose e calcificação.

Esta condição degenerativa provoca microlesões em tendões e músculos do antebraço (M. bíceps braquial, M. braquial, M. braquiorradial, M. pronador redondo-quadrado e supinador, M. Tríceps braquial e M. ancôneo), que se estendem desde o punho e dedos até se inserirem no epicôndilo lateral do úmero, que se encontra na face lateral do cotovelo.

Essas microlesões se originam na musculatura extensora do antebraço, sendo mais frequente o acometimento do tendão extensor radial curto do carpo, que se encontra abaixo do extensor radial longo do carpo.

Resumindo: Acontece uma degeneração das fibras de colágeno dos tendões, que pode levar à uma inflamação inicial, gerando cicatrizes de fibrose, onde o paciente passa a sentir dor crônica.

A dor se origina sobre o epicôndilo lateral, que irradia para a musculatura extensora de dedos e punho, o que pode levar a diminuição da força do membro acometido, principalmente a força de preensão palmar.

Em casos mais graves à perda de força muscular no braço é um fator limitante, e em muitos casos chega ao ponto de o paciente não conseguir levantar os braços para escovar os dentes.

Após o diagnóstico o paciente deve fazer uma correção dos movimentos e/ou dos esforços repetitivos que desencadeou a epicondilite lateral do cotovelo, o que por si só irá ajudar a reduzir o quadro álgico.

Como surge a Epicondilite Lateral do Cotovelo

A epicondilite lateral do cotovelo acomete de 1 a 3% da população adulta entre 30 a 60 anos de idade, e pode ocorrer em ambos os sexos, porem a prevalência é maior no sexo masculino, acometendo principalmente o braço dominante.

A patologia também conhecida como “cotovelo de tenista” pois estima-se que de 10 – 50% dos jogadores de tênis tendem a desenvolvê-la ao longo da carreira.

Outros esportes como squash e golfe também estão relacionados ao mecanismo de lesão devido à frequência de repetições e intensidade do movimento.

Apesar de a nomenclatura estar relacionada ao esporte, o maior índice de lesões é encontrado em trabalhadores manuais como jardineiro, encanador, professor, profissões relacionadas à serviço doméstico, entre outros.

Tanto no trabalho manual como no esporte devido aos movimentos repetitivos, ocorre sobrecarga dos músculos extensores de punho e os supinadores do antebraço. Devido a esta sobrecarga os músculos se contraem gerando tensão no seu local de origem o que compromete a articulação.

Provavelmente você já ouviu um dos seus alunos referir dor no punho durante a realização dos exercícios. Você sabia que o posicionamento incorreto durante a prática de Pilates também é um fator desencadeante da epicondilite lateral do cotovelo?

Pois é, alguns exercícios se não executados da forma correta, sem que o punho sustente o peso do corpo podem gerar desconforto além de microlesões desencadeando a epicondilite.

O importante é que você instrutor fique de olho no seu aluno durante a prática dos exercícios. As orientações e correções são necessárias e devem ser seguidas para prevenir e tratar a lesão.

Sinais e Sintomas

Além de o paciente vir a referir dor no cotovelo durante a realização de alguns movimentos ou durante a palpação, ele pode vir a apresentar:

  • Fraqueza muscular do membro acometido com dificuldade em realizar tarefas simples, como segurar uma escova ou apertar a mão de alguém
  • Rigidez muscular
  • Sensibilidade alterada na região afetada
  • Edema

Como diagnosticar a Epicondilite Lateral do Cotovelo?

O diagnóstico normalmente é clínico, observando a história, queixa principal do paciente, exame físico e alguns testes específicos.

Ao exame físico, geralmente a amplitude de movimento do cotovelo é normal, porém em alguns casos mais graves encontra-se limitada devido ao quadro álgico.

Geralmente ao palpar o cotovelo do paciente nota-se edema e dor na região do epicôndilo. O paciente também pode vir a referir dor ao realizar a extensão passiva de punho o que ajuda a confirmar o diagnóstico.

Para excluir outras doenças com sintomas semelhantes à epicondilite lateral do cotovelo, deve ser realizado alguns testes específicos que podem ajudar no diagnóstico.

Teste de Cozen

Posição do Paciente: Sentado com o cotovelo em 90º, mantendo punho cerrado e pronado.

Descrição do Teste: O terapeuta com uma mão deve impor resistência sobre o punho do paciente, depois o paciente deve realizar uma extensão contra a resistência do terapeuta.

Sinais e Sintomas: Se o paciente apresentar dor no epicôndilo lateral por tendinite dos extensores, o teste é positivo para epicondilite lateral de cotovelo.

Teste de Mill

Posição do Paciente: Sentado com o cotovelo em extensão, manter o punho cerrado em posição neutra.

Descrição do Teste: O terapeuta irá proporcionar uma resistência sobre o punho do paciente em flexão, enquanto o mesmo tenta impedir realizando o movimento em extensão do punho.

Sinais e Sintomas: Se o paciente referir dor no epicôndilo lateral, o teste é positivo para epicondilite lateral de cotovelo.

Caso não seja confirmado o diagnóstico clínico através da anamnese e os testes específicos é necessário realizar exames complementares como a ultrassonografia e ressonância magnética para confirmar a epicondilite lateral.

Formas de Tratamento da Epicondilite Lateral do Cotovelo

Inicialmente o paciente deixar de realizar qualquer atividade ou movimento em excesso que piore os sintomas.

Geralmente é conservador, porém quando não há melhora através do tratamento medicamentoso e fisioterápico, o paciente deve realizar o procedimento cirúrgico para obter melhora do quadro.

Tratamento Conservador

A maioria dos pacientes com diagnóstico de epicondilite lateral do cotovelo reagem bem ao tratamento conservador. Se a patologia se encontra na fase aguda, o paciente deve seguir as seguintes orientações:

Repouso: Afastamento das atividades que coloquem pressão sobre o cotovelo ou que exija esforço muscular dos músculos extensores do punho.

Compressas de Gelo: Aplicar uma compressa de gelo na área acometida por 20 minutos em toda região. Sempre é bom colocar uma toalha fina entre o gelo e a pele para prevenir lesões.

Analgésicos e Anti-Inflamatórios: Conforme recomendação médica usar analgésicos como o paracetamol, anti-inflamatórios como o ibuprofeno ou o diclofenaco, poderão ser necessários para controlar a inflamação. Em alguns casos são realizadas injeções de sangue autólogo ou de plaquetas do paciente, que são injetadas na área da dor crônica no antebraço para tentar melhorar o quadro de cicatrização.

Órtese: Utilizar uma cotoveleira compressiva específica para reduzir o edema e o ponto de tração muscular, assim previne novas lesões.

Após a fase aguda a fisioterapia também deve ser realizada, pois além de ajudar no quadro de analgesia tem como objetivo recuperar a força e funcionalidade completa do membro, através dos recursos como:

  • Eletroterapia (Ultra-som, TENS, ondas curtas, laser..).
  • Realizar exercícios de alongamento dos extensores do punho que deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia, para amenizar os sintomas.
  • Fortalecimento muscular dos extensores do punho, utilizando um halter. Permanecer na posição por 8 segundos, realizar de 8 a 12 repetições.

Se o fisioterapeuta for devidamente qualificado no Método Pilates ele pode e deve associar os exercícios na reabilitação deste paciente.

Se os sintomas não melhorarem com o tratamento conservador, é indicada a cirurgia, que pode ser realizada por via aberta ou por artroscopia.

A cirurgia consiste em reparar os músculos ou os tendões danificados ao redor do cotovelo, deixando a área bem vascularizada para a cicatrização dos tendões remanescentes.

Como o Método Pilates pode auxiliar no Epicondilite Lateral do Cotovelo

Devido o quadro álgico, a tendência é que a pessoa com Epicondilite Lateral do Cotovelo não mexa o braço. Essa limitação de movimento do cotovelo e consequentemente do ombro, gera uma grande tensão na região cervical.

Essa tensão pode afetar diretamente na maneira do paciente andar e pode levá-lo a adquirir posturas inadequadas durante o seu dia a dia, o que pode gerar um desvio da coluna chamado escoliose.

Esses fatores acabam comprometendo a qualidade de vida, deixando o paciente inseguro e estressado devido à incapacidade de realizar suas atividades de vida diária.

Neste contexto verificamos que o Método Pilates pode tanto prevenir os fatores acima, como também pode tratar os pacientes com a epicondilite lateral do cotovelo.

Os pacientes que já possuem este diagnóstico devem praticar regularmente o Método Pilates, devido os seguintes benefícios:

  • Através da prática dos exercícios de Pilates ocorre o aumento da lubrificação das articulações, diminuição da rigidez articular e por consequência o quadro álgico.
  • Fortalecimento não só da musculatura do punho, como a do corpo de forma global.
  • Exercícios de alongamento ajudam a aumentar e a manter a flexibilidade, garantindo maior ângulo de movimento articular, melhorando os movimentos que antes eram limitados.
  • Através do fortalecimento do ‘‘core’’, ele vai obter estabilidade dos músculos centrais o que promove o equilíbrio muscular, deixando a musculatura mais forte e preparada para qualquer atividade, assim afastando futuras lesões e recidivas.
  • Diminui as tensões e promove consciência corporal fazendo com que o paciente adquira uma postura adequada durante o dia a dia, o que consequentemente irá prevenir alterações posturais.
  • Reeduca a respirar de forma adequada, e desta maneira irá melhorar a oxigenação dos tecidos e aumentar a circulação sanguínea ajudando na cicatrização tecidual.
  • Reduz o estresse.
  • Melhora a autoestima e a coordenação motora estimulando a percepção do corpo e da mente, promovendo sensação de bem estar e melhor qualidade de vida.

Com todos esses benefícios, o paciente vai obter uma musculatura mais forte e equilibrada, maior mobilidade articular, realizando as suas atividades com maior segurança e satisfação, e é isso que queremos não é mesmo?

Exercícios de Pilates para Epicondilite Lateral do Cotovelo

Ao prescrever os exercícios lembre-se de respeitar as limitações de cada paciente, assim como a amplitude de movimento, dor articular e intensidade em cada exercício.

Durante a execução dos exercícios oriente seu aluno de forma clara e objetiva a evitar compensações desnecessárias, deste modo irá prevenir a recidiva da patologia em questão.

A graduação da resistência deve ser realizada de acordo com cada paciente. A seguir vou dar algumas dicas de exercícios para você realizar com este aluno.

1) Alongamento de Flexores de Punho

  • Em pé ou sentado, flexione o ombro a 90 graus com cotovelo estendido.
  • Com a outra mão puxe os dedos em sua direção estendendo o punho.
  • Mantenha a posição durante 20 segundos.
  • Realizar entre 5 e 10 repetições, desde que não sinta nenhum desconforto.

2) Alongamento de Extensores de Punho

  • Em pé ou sentado, flexione o ombro a 90 graus com cotovelo estendido.
  • Com a outra mão puxe os dedos em sua direção flexionando o punho.
  • Mantenha a posição durante 20 segundos.
  • Realizar entre 5 e 10 repetições, desde que não sinta nenhum desconforto.

3) Standing on Floor at Open End: Bíceps

Objetivo: Fortalecer bíceps braquial (ênfase na cabeça curta) e braquiorradial.

Posição inicial: Em pé, segure as alças de mão em supino com os ombros semi flexionados e cotovelos em posição neutra.

Execução: Inspire e expire realizando uma flexão de cotovelos trazendo a alça em direção ao processo xifoide do osso externo. Inspire e expire retornando à posição inicial.

4) Standing on Floor at Open End: Boxe Unilateral

Objetivo: Fortalecer tríceps braquial e ancôneo.

Posição inicial: Em pé, com leve inclinação do corpo para frente, segure a alça de mão em pronação da radioulnar com o ombro e cotovelo fletidos a 90º.

Execução: Inspire e expire realizando a extensão unilateral de cotovelo. Inspire e expire retornando à posição inicial.

5) Arms Tríceps

Objetivo: Fortalecer tríceps braquial, extensores do carpo e ancôneo.

Posição inicial: Em pé, em frente ao cadillac segure as alças de mão em pronação com os cotovelos flexionados.

Execução: Inspire e expire realizando a extensão do cotovelo. Inspire e expire retornando à posição inicial.

6) Tríceps Front

Objetivo: Fortalecer tríceps braquial, ancôneo e peitoral maior.

Posição inicial: Em posição ortostática, com o pé em flexão plantar no step da chair, cotovelos em flexão apoiando as mãos na barra.

Execução: Inspire e expire realizando a extensão do cotovelo. Inspire e expire retornando à posição inicial.

7) Triceps Sit

Objetivo: Fortalecer tríceps braquial e ancôneo.

Posição inicial: Sentado de costas para o step da chair, mantenha as mãos no step, pernas cruzadas, ombros em hiperextensão e cotovelos flexionados.

Execução: Inspire e expire empurrando o step para baixo fazendo a extensão do cotovelo e a flexão dos ombros. Inspire e expire retornando à posição inicial.

8) Shouder: External Rotator Cuff

Objetivo: Fortalecer manguito rotador (subescapular, redondo menor, infraespinhoso e supraespinhoso) e flexor ulnar do carpo.

Posição inicial: Sentado sobre a caixa, segure uma das alças de mão, mantendo o membro superior junto ao corpo e cotovelo flexionando a 90º.

Execução: Inspire e expire realizando a rotação externa do ombro, mantendo a flexão de 90º do cotovelo. Inspire e expire retornando à posição inicial.

9) Long Box: Pushing Straps Up and Down

Objetivo: Fortalecer bíceps braquial (ênfase cabeça longa), peitoral maior, deltóide, trapézio e serrátil anterior.

Posição inicial: Sentado sobre a caixa de frente para a barra de pés, segure as alças de mão com os membros superiores ao longo do corpo.

Execução: Inspire e expire realizando uma flexão de ombros. Inspire e expire retornando à posição inicial.

Estes foram alguns exercícios direcionados ao tratamento da epicondilite lateral de cotovelo. Porem, você pode associar outros exercícios caso seu paciente apresente alteração postural, tensão cervical e entre outros.

Restrições de Exercícios para Pacientes com Epicondilite Lateral do Cotovelo

Dores nos punhos durante a aula de Pilates é muito referida pelos alunos, sendo ao realizar os exercícios em aparelhos como bola ou no solo.

A dor ocorre devido alguns exercícios que sobrecarregam a articulação do punho, comprimindo os ossos piramidal, semilunar e escafoide pela extremidade distal do rádio.

Essa sobrecarga gera uma pressão sobre o túnel do carpo com compressão do nervo mediano que faz com que a dor aumente, provocando grande desconforto ao realizar o exercício.

Nos pacientes com epicondilite lateral de cotovelo, os exercícios em que o punho sustente o peso do corpo estão proibidos nessa fase, entre eles:

  • Prancha/ Prancha Lateral (com apoio das mãos no chão)
  • Swan (na bola)
  • Elephant
  • The Side Kick Kneeling
  • Leg Pull
  • Flexão de Braços – PushUp

Por este motivo é muito importante o feedback entre o  instrutor e  o aluno, as correções de posicionamento devem ser realizadas para evitar lesões de descarga de peso e conseqüentemente, a epicondilite.

Como evitar a Epicondilite Lateral do Cotovelo durante a prática de Pilates?

A epicondilite lateral pode ser evitada se o instrutor e o aluno seguirem as seguintes orientações:

  • Quando a mão for o apoio, não realizar a hipertensão do cotovelo, o ideal é mantê-lo destravado com leve ângulo de flexão de cotovelo. Este ângulo diminui a sobrecarga na articulação do punho.
  • Ao posicionar as mãos no chão, utilize apoios macios. Fique atendo durante os exercícios para que o aluno não fique com o punho fechado, e posicione corretamente as mãos do aluno com a palma espalmada evitando a hiperextensão do punho.
  • Lembre-se de alongar o punho antes e depois de realizar as atividades que mais utilizem essa região.
  • Em caso de dor ou desconforto verifique se o posicionamento do aluno esta correto, se a dor persistir o instrutor deve adaptar o exercício com recursos que tragam bem estar ao aluno.

Concluindo…

Como pode-se observar, os pacientes com a epicondilite lateral do cotovelo apresentam dois fatores limitantes: A dor e a fraqueza muscular, o que repercute diretamente na vida do paciente, trazendo grandes limitações nas suas atividades de vida diária.

Por este motivo em primeiro lugar deve-se afastar atividades e movimentos repetitivos causadores da lesão. E acima de tudo, o feedback entre o praticante e o instrutor deve ser levado em conta.

As orientações quanto à postura correta durante as atividades, pausas durante o trabalho e alongamento para prevenir a sobrecarga nas estruturas são essenciais para prevenir lesões e recidivas.

Com o método Pilates, tudo se torna mais fácil para o paciente, pois o método é indicado tanto na reabilitação das patologias de punho e cotovelo como é essencial para outras disfunções, trabalhando o corpo e a mente de forma global.

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