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O Método Pilates como Opção de Intervenção nos Desvios Posturais

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Antes de pensarmos em desvios posturais, precisamos primeiro entender em que compete a postura em si. Como ela é, anatomicamente, e como ela funciona biomecanicamente.

Manter uma postura dita correta é dispendioso demais para qualquer pessoa. E perceba que não estamos falando de uma postura perfeita, pois ela não existe. Mas sim de como podemos fazer com que nosso corpo funcione da melhor maneira possível, fazendo com que as estruturas corporais, articulações e músculos, por exemplo, gastem menos energia para mantê-la.

E isto deve acontecer em toda e qualquer posição: em pé, sentado, em decúbito dorsal, ventral, lateral.Sabemos que n fatores influenciam na qualidade da postura e suas possíveis alterações.

Fatores psicológicos; patológicos; hereditários; e hábitos incorretos de postura são alguns deles.E são esses fatores, associados ou não, que acarretam desvios posturais e, consequentemente, alterações físicas e mecânicas em todo o corpo. O Método Pilates tem se estabelecido como uma técnica aplicada para melhorar e organizar todo sistema musculoesquelético!

E não só isso, estudos científicos citados no decorrer desta matéria, nos mostram que, por ser um método que envolve muita atenção, concentração, controle é uma ótima alternativa para reeducar nosso corpo. Tanto na manutenção da postura correta, quanto na correta execução dos movimentos.

Sobre a Coluna Vertebral

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Como dito anteriormente, entender o funcionamento normal dos sistemas é parte crucial para entender como as patologias posturais acontecem e porquê. Vamos lá então.

A coluna vertebral é a estrutura que sustenta nosso corpo. É composta por vértebras, ligamentos, músculos e discos intervertebrais.

Em sua estrutura óssea temos um total de 33 vértebras, divididas em quarto regiões: cervical (7), torácica (12), lombar (5), sacro (5) e coccígeas (4) (Fig 1).

E entre as vértebras temos os discos, que são estruturas fibrocartilaginosas que ajudam a formar as articulações dessa região, permitindo que os movimentos aconteçam, além de absorvendo os impactos.

Na vista lateral (fig 1) ou plano sagital, podemos observar as curvaturas fisiológicas da coluna. Na coluna cervical e lombar temos a lordose, que é uma curvatura convexa ventralmente; e na coluna torácica e sacral temos a cifose, que é uma curvatura côncava vetralmente.

Essas curvaturas existem para melhorar a flexibilidade e a capacidade de absorção de impacto, ao mesmo tempo que melhoram a tensão promovendo melhor estabilidade das articulações envolvidas.

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Figura 1. Coluna Vertebral Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

 

Funções         

A coluna vertebral em conjunto com todas as estruturas que a compõem apresentam múltiplas funções:

  • Proteção – Ela protege nossa medula espinhal e os nervos cranianos. E ainda auxilia na junção das costelas com as vértebras preservando as estruturas internas do tórax, como coração e pulmões.
  • Sustentação – Ela sustenta nossa cabeça, é o pilar do nosso corpo.
  • Mobilidade – Movimentos da coluna auxiliam os movimentos que ocorrem com a cabeça e nas extremidades do corpo.
  • Estabilidade – Sustenta nosso tronco.

Pode parecer um tanto contraditório, mas não é.

Nossa coluna, ao mesmo tempo que confere mobilidade aos nossos movimentos, também pode, e deve proporcionar estabilidade em outros momentos.

Por este motivo ela é tão importante na manutenção das posturas corretas.

Independente do plano de movimento em que ela esteja e por isso, também, que são tão suscetíveis a alterações.

Qualquer diferença existente em qualquer desses aspectos descritos, poderá acarretar, entre outras patologias, os desvios posturais.

Postura

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Definir postura pode parecer simples, mas como podemos cita-la observando vários aspectos diferentes, a literatura nas traz inúmeras possibilidades.

A Academia Americana de Ortopedia descreve a postura como o equilíbrio existente entre os músculos e os ossos que protegerão as demais estruturas corporais de possíveis traumas, seja em pé, sentado ou deitado2.

Outro autor3 coloca que a postura é a relação estável entre o sujeito e o meio, resultando em uma estabilização espacial.

Com isso, o indivíduo se percebe e tem a impressão de estabilidade naquele espaço.

Ou ainda, “Postura é o modo como o indivíduo se apresenta no espaço e é determinada pelo equilíbrio dinâmico do sistema neuromusculoesquelético4.”

Uma boa postura se apresenta quando temos um melhor rendimento funcional com um menor gasto energético4. Qualquer coisa diferente disto podemos considerar alteração postural.

Em suma, para que a postura se mantenha de forma adequada, durante a movimentação ou não das estruturas corporais, necessitamos de uma relação dinâmica. Principalmente do sistema musculoesquelético, de se adaptarem em resposta a estímulos recebidos5.

Postura Estática

A postura estática nos dá a base para a compreensão do que seria uma postura normal. Tais músculos estáticos são responsáveis por deixar o sistema locomotor em um estado de tensão constante5,6.

Já os músculos dinâmicos, após a contração inicial, retornam ao seu estado de relaxamento, sendo os autores dos movimentos de grande amplitude5,6.

Uma relação importante a ser citada, é o desempenho da respiração na manutenção da postura.

“…tendo em conta que os músculos responsáveis pela inspiração são considerados da estática, pois desempenham função na manutenção do tórax, e que os músculos abdominais, os quais tracionam o tórax para baixo, exercem um papel dinâmico. Geralmente os indivíduos adotam posturas inadequadas, as quais mantém os músculos inspiratórios constantemente tensos. O não-relaxamento da musculatura inspiratória acaba provocando o seu encurtamento, o que dificulta o movimento de descida do tórax. Consequentemente, a expiração tornar-se insuficiente e limita a ventilação pulmonar. Desta forma, acreditamos ser essencial em qualquer atividade física enfatizar a realização adequada do movimento expiratório, favorecendo o relaxamento da musculatura inspiratória5,6.”

Com isso, podemos perceber que, conforme envelhecemos, ocorre um encurtamento da musculatura estática e um relaxamento da musculatura dinâmica, favorecendo compressões articulares e alterações posturais5.

Além disso, a senelidade favorece a desidratação do disco intervertebral, que juntamente com os outros fatores citados contribui para que alterações posturais surjam ou se potencializem.

Avaliação postural

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A avaliação postural, como em todos os grupos de alunos e pacientes, deve ser realizada da maneira mais minuciosa possível.

Existe hoje, inúmeros softwares e aplicativos que podem auxiliar neste tipo de avaliação.

O SAPO é o programa mais conhecido. Porém, a tecnologia dos aplicativos tem ajudado nessa questão. O PostureScreen e o Boa Postura são alguns desses aplicativos.

Esta avaliação consiste em observamos e registrarmos alterações anatômicas que resultem em desvios posturais, e para isto inspecionamos o indivíduo nos planos anterior, posterior e lateral.

Podemos utilizar como base o fio de prumo para posicionar o indivíduo e assim fazer as corretas observações.

Tal avaliação deve ser feita para percebermos os desequilíbrios musculares e fazer com que consigamos prescrever corretamente os exercícios.

A fim de favorecer o posicionamento correto das estruturas e consequente a melhoria funcional evitando acentuação dos desequilíbrios aparentes.

Alterações Posturais

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A Postura pode sofrer modificações ao longo do tempo perdendo a sua configuração original e sua capacidade estrutural funcional fisiológica.

Como explicado anteriormente, a coluna confere tanto mobilidade quanto estabilidade. Ambas funções são importantes para manutenção do equilíbrio e postura, assim como para sustentação e movimentação do corpo.

Uma falha na estrutura da coluna, seja em função de mau posicionamento, por exemplo, pode ocasionar desequilíbrios musculares e enrijecimento das articulações, afetando todo sistema neuromusculoesquelético que a mantém. Causando dores, patologias associadas e as alterações posturais que veremos a seguir.

As alterações abordadas são estáticas e não cabe neste artigo abordar a fundo as patologias associadas a elas ou decorrentes delas.

É sabido que inúmeros fatores podem acarretar essas alterações, desde maus hábitos posturais até fatores psicológicos. Esses podem afetar isoladamente uma região ou mesmo comprometer inúmeros sistemas em função de compensações que o corpo possa realizar para se adequar, mesmo que de forma incorreta, a uma nova condição estrutural.

Desvios Posturais

Hipercifose

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É uma alteração muito comum ligada ao tórax. Esta deformidade ântero posterior da coluna vertebral tem acometido indivíduos na fase de crescimento cada vez mais precocemente devido aos mais variados aspectos como: psicológicos, traumáticos, congênitos, hábitos adquiridos dentre outros.

A hipercifose é definida como o aumento da cifose (convexidade posterior), observada no plano sagital.

Demos avaliar minuciosamente para saber porque tal alteração de manifestou. É genético? Adquirido? Para sabermos como abordar este indivíduo.

Ela pode, também, ocorrer pela compensação de uma hiperlordose lombar.

Independente da causa, muitas vezes este desvio está relacionado com alterações na cintura escapular, como ombros rodados anteriormente e protração de escápulas e anteriorização da cabeça.

Além disso, alterações na hipercifose sacral podem alterar a articulação da sacro ilíaca levando a quadros álgicos e desvios de marcha.

Exercícios voltados para mobilidade da coluna torácica e estabilidade do gradil costal são importantes.

Como já mencionado, os exercícios respiratórios também auxiliam a melhoria desse padrão cifótico. E lembrem-se que a cintura escapular e a cintura pélvica também estão diretamente relacionadas com a melhoria desses aspectos.

Os músculos em torno da articulação dos ombros e quadril, tanto fortalecendo quanto melhorando sua mobilidade auxiliam neste processo. Sendo importante fortalecer extensores de coluna.

Hiperlordose

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A Hiperlordose é definida como aumento da lordose (convexidade anterior), observada no plano sagital.

A hiperlordose lombar, apesar de vários fatores distintos poderem acarretar esta condição, o sistema muscular envolvido é sabido, são os músculos do core.

Anteriormente, os músculos abdominais (reto do abdômen, oblíquos externo e interno e transverso) e flexores de quadril. E, posteriormente, os músculos glúteos, isquiotibiais, multifídios, quadrado lombar e paravertebrais

A grosso modo, os músculos abdominais e os glúteos se encontram enfraquecidos e os flexores de quadril e os músculos da coluna mais ativos e encurtados, fazendo com que ocorra um aumento da lordose lombar

Para atuar melhorando este quadro precisamos focar em equilibrar as forças existentes nessas musculaturas.

No caso da hiperlordose cervical, acredita-se que o aumento dessa curvatura aconteça pela hipertrofia da musculatura posterior da região cervical.

Neste caso, os músculos extensores estão mais ativos e encurtados e os flexores mais fracos. Com isso, também agiremos alongando as estruturas mais encurtadas e fortalecendo as mais débeis.

Escoliose

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As Escolioses são alterações observadas de forma tridimensional. São desvios latero-laterais com associação de inclinação lateral e rotação da (s) vertebra (s).

Devemos observar e classificar esse (s) desvio (s) para nortear como nossa conduta deverá ser tomada.

Por exemplo, é uma escoliose estrutural ou não? É leve, moderada ou grave?

Devemos ter em mente que, geralmente, o lado da convexidade tem relação com a fraqueza muscular naquela região.

E, como conduta, precisamos dar as estruturas musculares melhor qualidade de força e comprimento a fim de tentar reestabelecer ou melhorar as curvaturas fisiológicas, as lordoses e cifoses.

E não só isso, movimentos recíprocos dos membros inferiores e superiores e os movimentos de coluna em todos os planos de devem ser explorados, com a devida ativação dos músculos do centro do corpo.

Retificação

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A retificação nada mais é do que a ausência ou diminuição das curvaturas fisiológicas. Pode acontecer em qualquer divisão da coluna.

Pensando na coluna lombar, geralmente, existe uma ativação exagerada da musculatura extensora do quadril, principalmente do glúteo máximo e fraqueza de flexores de quadril. E não só no movimento, mas os músculos estabilizadores do tronco devem ser fortalecidos.

Intervenção Através Dos Princípios do Método Pilates

Podemos afirmar, principalmente pelos constantes estudos realizados e pelas respostas obtidas, que o Método Pilates já é considerado padrão ouro de tratamento em termos de patologias de coluna.

Obviamente não é a única opção de intervenção, mas é mais um conceito que se consolida em prol da melhora da qualidade de vida das pessoas através, entre outros benefícios, da melhora postural e qualidade de movimento nas posições mais distintas.

O método pode contribuir reduzindo os danos causados por essas deformidades auxiliando e ajudando o paciente/aluno a melhorar inúmeros aspectos, tanto físicos quanto psicológicos.

Princípios do Pilates

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Para entendermos como o Pilates pode ser benéfico, devemos entender que existem princípios. Esses principalmente princípios devem ser respeitados durante a execução dos movimentos.

A concentração, a respiração, a centralização, a fluidez, a precisão e o controle regem este conceito.

Joseph dizia “A nossa vontade não deve ser dominada pelas ações reflexas de nossos músculos

Esta citação diz muito sobre como o método precisa ser vivenciado.

Concentrar-se, prestar atenção no que se está fazendo, a fim de evitar compensações musculares, tanto na execução de um determinado movimento quanto na manutenção da postura em qualquer posição.

Com isso, o aluno/paciente consegue perceber que suas maiores dificuldades e as facilidades. Associar a mente, realizando o exercício da forma mais ativa possível dá ao músculo melhor qualidade na execução dos mesmos, além de exercitar o cérebro.

O padrão de respiração adotado no Método Pilates influencia e beneficia a melhora postural. Nele a respiração acontece de forma tridimensional ou costo lateral, procurando utilizar toda a capacidade que os pulmões têm para captar oxigênio. A respiração ira eliminar as toxinas e catabolicos do corpo durante as trocas gasosas.

Exige atenção e consciência7 para sua realização, mesmo sendo o mais natural possível. Lembrar que na expiração não devemos forçar o esvaziamento dos pulmões para que os músculos oblíquos não sejam ativados excessivamente, fazendo com que acarretem alterações na estabilidade da coluna7.

No que concerne a centralização, o método em questão exige suporte e controle do tronco associado com os movimentos dinâmicos dos membros superiores e inferiores. Em suma, músculos específicos do centro do corpo trabalhando de forma correta possibilitam a eficiência no funcionamento do resto do mesmo.

O tratamento com o Pilates

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Já vimos anteriormente o que acontece com o corpo quando apresentamos desvios posturais e também de que maneira devemos agir, biomecanicamente, para tratar essas alterações.

A ativação correta dos músculos do Power House (músculos do core) estabilizando a coluna auxiliam o desenvolvimento da tonicidade das fibras, necessária nas posições estáticas melhorando o alinhamento postural.

O Pilates prega muito a qualidade na execução de seus movimentos e não a quantidade propriamente dita. Os exercícios são realizados de forma fluída, contínua e ritmada. Os exercícios trabalham múltiplos grupos musculares.

Enquanto um grupo realiza o movimento o outro estabiliza o centro… deve haver um equilíbrio no tempo de execução do exercício, nada muito rápido e nem muito lento, simplesmente com fluidez.

Para que o exercício seja preciso e controlado, precisamos manter um correto posicionamento de todas as estruturas do corpo, além de estar prestando atenção à correta execução dos movimentos.

Outro ponto muito importante é o alongamento axial.

Em todos os posicionamentos e movimentos precisamos pedir ao aluno/paciente, este “crescimento”. Que nada mais é que solicitar ao praticante do método, de forma ativa, que tenha a intenção de ganhar mais espaço entre as vértebras.

Essa intenção, quando realizada, já é suficiente para reduzir compressões que possam existir entre as estruturas ósseas, além de melhorar o alinhamento das curvaturas fisiológicas da coluna, que é o que estamos expondo nesta matéria.

A seguir, alguns exercícios que podemos realizar direcionado para cada desvio postural existente. Lembrando, são só alguns exemplos de exercícios, existe uma gama enorme de adaptações e possibilidades que podemos utilizar dentro do método em função da especificidade de cada praticante.

Dicas de exercícios para cada Desvio PosturalDesvio Postural (1)

Para Hiperlordose Lombar

  • Roll Up;
  • Roll Over.

Para Hipercifose Torácica

  • Swan;
  • Pulling Straps.

Para Retificação

  • Sit Up;
  • The Cat.

Para Escoliose

  • Side Body Twist;
  • Swimming

Concluindo…

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O conceito em questão irá melhorar a postura do indivíduo como um todo e não somente irá atuar nos desvios especificamente presentes.

Uma avaliação bem-feita e documentada irá nortear os melhores exercícios para aquele tipo de aluno. A não ser que exista uma contraindicação concreta, não podemos afirmar que o aluno não poderá realizar determinado exercício, mas sim que devemos realizar todos com cautela e selecionar os que são mais necessários e benéficos para eles naquele momento e com a condição muscular que apresentam.

Lembra da importância de associar os princípios com os exercícios propostos, tanto quanto o alongamento axial é essencial para melhorar a postura auxiliando na correta manutenção das curvaturas da coluna.

Vale salientar, como Joseph dizia:

Os benefícios do Pilates dependem da execução dos exercícios. As instruções devem ser seguidas como fidelidade.

Com isso entendemos da importância em dominar a fundo o método em questão para podermos, com estímulos visuais, táteis e auditivos, guiar nosso aluno/paciente na correta execução de todos os movimentos e colher os benefícios proveniente dele.

 

Referências Bibliográficas
  1. NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000
  2. ADAMS, R.C.; DANIEL, A.N.; MCCUBBIN, J.A.; RULLMAN, L. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. São Paulo, Manole, 1985
  3. NORRÉ, M.E. Posture in otoneurology. Acta Oto- rhino-laryngologica Belgica I, 44, n.2, p.55-181, 1990.
  1. Lianza, Sérgio. Medicina de Reabilitação. Ed. Guanabara Koogan, 4Ed, 2011.
  1. BRACCIALLI, L.M.P; VILARTA, R. Aspectos a serem considerados na elaboração de programas de prevenção e orientação de problemas posturais. paul. Educ. Fís., São Paulo, 14(2):159-71, jul./dez. 2000
  2. SOUCHARD, E. O stretching global ativo: a reeducação postural global a serviço do esporte. São Paulo, Manole, 1996.
  3. MASSEY, Paulo. Pilates, uma abordagem anatômica. Ed Manole, 2012

 

Written by Karla Seleme

Karla Seleme

Karla Vergaças Seleme é fisioterapeuta, graduada pela PUC-PR. Formação completa em pilates pela Espaço Vida Pilates e MAT e IR pela Pilates Studiofit ( STOTT Pilates). Especialista em Fisioterapia Neurofuncional, pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. Possui formação pelo Conceito BoBath Adulto; Balance; iniciação em Kabat, treinamento suspenso, treinamento funcional. Professora de curdo de formação em pilates pela Espaço Vida Pilates

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