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Historicamente é sabido que Joseph Pilates foi uma criança doente – sofria de raquitismo, asma, bronquite e febre reumática. Para superar toda essa fragilidade, praticou muitos esportes e dedicou toda a sua vida para melhorar a sua performance física. Assim, Joe desenvolveu o seu método sequencial de exercícios físicos: o Método Pilates. Possibilitando até mesmo o uso do Pilates na paralisia cerebral. Sua história é de dedicação e superação.

No dia a dia de estúdio, nos deparamos com diversas histórias de superação decorrentes da prática do método Pilates. Hoje quero deixar aqui o depoimento de uma dessas histórias. O depoimento de nossa aluna Adriana Paggiaro.

Adriana é portadora de paralisia cerebral atetoide e, a mais ou menos um ano, começou a praticar Pilates em nosso estúdio (Studio Joaquim Vega Pilates – Piracicaba) com a instrutora Marcia Lima. No decorrer desse tempo, Adriana evoluiu muito com a prática do Método Pilates. Em seu relato:

“Comecei a fazer Pilates há mais ou menos um ano, e o que me incentivou foi à renovação dos exercícios. Um novo desafio. Observei que, no Pilates, as repetições dos exercícios são menores do que nas outras técnicas, mais o resultado: você consegue ver e sentir, com duas sessões. Por exemplo, no Pilates o exercício pode ser lá no pé, mais você também esta trabalhando o corpo todo – equilíbrio, postura, respiração. No aparelho Lira (Pilates em Suspensão), um simples sentar e balançar, já fez uma diferença na minha marcha. Fazer Pilates me deu mais força, mais firmeza e muito mais confiança.”.

Sei que a história da Adriana e a paralisia cerebral é mais uma entre muitas por aí, mas essa é uma forma de relatar o quanto o método Pilates vem contribuindo para ajudar vidas; a construir histórias de superação.

Fica a celebre frase do mestre Joseph:

“Não importa o que você faz, mas sim, como você faz.”