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O Método Pilates foi criado aproximadamente em 1920 por Joseph Pilates, que na infância chegou a estudar diversas técnicas de meditação e também a cultura grega e latina.

O alemão, que era enfermeiro, ao criar esse Método de condicionamento físico, talvez não imaginasse que hoje essa técnica seria tão disseminada e seria uma das mais famosas atividades feitas em todo o mundo.

Antes de entrarmos na definição do Método, cabe refletirmos sobre os conceitos pré-estabelecidos sobre o Pilates, e assim, irmos contra as barreiras que nos fazem pensar que é um exercício de pessoas idosos e/ou que possuam problemas musculares e ósseos. Veremos mais a seguir que é uma atividade que auxilia sim essas pessoas, mas que é importante e pode ser benéfico para todos.

Quer saber sobre o Pilates na medicina? Então continue lendo esta matéria e saiba as doenças que podem ser prevenidas e até combatidas com o Método!

Pilates na medicina

O criador do Método era enfermeiro, e como este profissional, despertou seu interesse criativo ao relacionar os seus estudos filosóficos e de anatomia.

A importância do Pilates na medicina começa quando Joseph percebe que existiam poucos educadores físicos e fisioterapeutas preocupados em incluir o Pilates como prevenção e como tratamento dos seus pacientes.

Talvez muito antigamente as pessoas questionassem como um exercício poderia auxiliar na nossa saúde, e então pensar o que Joseph pensou foi perspicaz. Hoje, talvez isso quase não ocorresse, pois é provado cientificamente e é sempre divulgado que o exercício é de extrema valia para nossa saúde, inclusive vemos a vida fitness sendo cada vez mais incentivada pelo plano de saúde familiar e o número de academias recebendo cada vez mais clientes e aumentando também o público-alvo.

Assim, o Pilates tem a função de fortalecer a musculatura, melhorar a flexibilidade, melhorar a coordenação e ainda serve como relaxante emocional. Como vimos, o Pilates na medicina ajuda no funcionamento do nosso corpo de forma tão significativa que acaba por estar sempre prevenindo futuros problemas.

Para quem e para quê é recomendado?

Contradizendo o senso comum, em que preconceituosamente se diz que o Método é apenas para mulheres e idosos, o Pilates na verdade é recomendado para todas as pessoas e de todas as faixas etárias.

Os benefícios que são acarretados podem ser aproveitados por pessoas que já praticam alguma atividade mais pesada, assim como para aqueles que estão sedentários. Lembrando que sedentarismo é um estado, e sempre há tempo para mudanças e os exercícios aqui pensados podem ser realizados como forma de início de uma vida ativa esportivamente.

A prática é recomendada e benéfica para todos, exceto quando o médico contraindica ou percebe que a realização dos exercícios (talvez de maneira errada) possam estar prejudicando o paciente.

Por isso, é muito importante realizar as atividades acompanhado por um profissional do movimento bem qualificado.

Pilates para a prevenção de doenças

A primeira e principal ajuda do Pilates na medicina tangencia a prevenção de doenças reumáticas, ou seja, doenças que são associadas a fraqueza dos músculos, dos ossos e articulações, que são prevenidas exatamente pelo reforço nessas partes corporais.

O segundo ponto, mas intimamente relacionado ao primeiro, é que previne problemas de coluna, visto que se tem uma melhora na postura corporal.

Além desses citados, novamente retomamos o discurso de que a atividade física serve benefícios em todo nosso corpo e esses benefícios é que previnem doenças e nos dá tranquilidade para um envelhecimento saudável.

Pilates para o combate de doenças

A principal gama de doenças combatidas pelo Método é a das lesões musculares, pois o Pilates na medicina fortalece a musculatura sem que haja um esforço que sobrecarregue o músculo, como pode ocorrer em aulas de musculação.

Pode também servir de tratamento para doenças psicológicas, pois, coloca o paciente para se conectar consigo próprio, proporcionando um maior autocontrole e relaxamento emocional.

Outras doenças que são tratadas pelo Pilates são as lesões causadas por AVC e paralisias, assim como é usado no tratamento de pessoas com especificidades físicas, o exercício não deixa atrofiar o músculo; contudo é importante nesses casos que esteja aliado ao tratamento fisioterapêutico.


























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