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“Ordem, por favor!” – O cartão azul de Romana Kryzanowska

Romana-Kryzanowska-Joseph-Pilates

Quando treinamos para nos tornarmos instrutores de Pilates com Romana Kryzanowska, nós fizemos o que ela chamou de “estudo independente”.

Isso significava estudar com ela do jeito que ela estudou com Joseph Pilates, um verdadeiro aprendizado. Ela não nos deu um manual prévio, apenas estudamos o Método com ela.

O único material escrito que ela nos deu é o que ela chamava de “Cartão Azul”, com a ordem completa do Método, do Mat ao Reformer.

Não demorou muito até vermos um dos outros aprendizes olhando para o manual, para nos darmos conta de que havia, afinal, um manual – o “Cartão Azul”.

Ela nunca nos ensinou, especificamente, o meio iniciante, intermediário e avançado. Ela nos enviou os exercícios que os clientes precisavam.

Mesmo que houvesse uma ordem muito específica no Mat e no Reformer, não havia ordem nenhuma para as outras peças e aparelhos. Sim, aparelhos e não equipamentos. Romana sempre dizia, “eles são aparatos, não equipamentos.

Por que? Equipamentos se movem, enquanto um aparelho você tem que se mover”. Mas voltando ao ponto, havia apenas ordens e manual para Mat e Reformer.

Romana nos ensinou que a série podia, e devia, ser adaptada para as necessidades e capacidades do cliente.

Trabalhamos com uma variedade de clientes; clientes saudáveis, clientes com limitações físicas, atletas profissionais e artistas. Como você pode imaginar, todos eles precisavam de treinos muito específicos e diferentes e que, para alguns, passar séries e exercícios sem omitir ou adicionar exercícios simplesmente não funcionava.

Por isso, criamos diferentes ordens/séries para diferentes clientes. Nós não só ajustávamos o nível de exercício e a intensidade do treino, como também ajustávamos a ordem os exercícios. É muito animador e interessante ver o que funciona com cada cliente.

Ser capaz de ajustar-se às necessidades do cliente a qualquer momento nos permite ser mais específico, objetivo e eficaz. A ordem é a diretriz e um caminho para o sucesso. Mas, como Joseph Pilates mesmo dizia: “há muitas estradas que levam a Roma!”.

Criar diferentes séries para os clientes não significa criar caos no Studio. Nós vemos instrutores alterando não só a série de um aparelho, mas alternando entre os dispositivos.

Eles começam com o Reformer, passam para o Cadillac, alguns exercícios na Wunda Chair e depois de volta para o Reformer. Isso é extremamente prejudicial ao fluxo da aula, e desrespeitoso com os companheiros instrutores.

A fim de equilibrar as necessidades de seu cliente, com as necessidades dos clientes dos seus colegas, sugerimos que você termine todos os exercícios que precisa sobre um aparelho, e só em seguida passe para o próximo.

Em situações raras, em que é absolutamente necessário alternar os aparelhos, deixe que os outros instrutores fiquem sabendo antes de começar, e diga-os o que está planejando fazer.

Pergunte se eles estão bem com isso, verifique se eles são capazes de acomodá-lo. Você vai descobrir que na maioria das vezes, não será um problema, desde que você não faça isso regularmente.

O cartão azul de Romana Kryzanowska, original usado para treinamento

Trabalhamos com uma variedade de clientes; clientes saudáveis, clientes com limitações físicas, atletas profissionais e artistas.

Como você pode imaginar, todos eles precisavam de treinos muito específicos e diferentes e que, para alguns, passar séries e exercícios sem omitir ou adicionar exercícios simplesmente não funcionava.

Por isso, criamos diferentes ordens/séries para diferentes clientes. Nós não só ajustávamos o nível de exercício e a intensidade do treino, como também ajustávamos a ordem os exercícios. É muito animador e interessante ver o que funciona com cada cliente.

Ser capaz de ajustar-se às necessidades do cliente a qualquer momento nos permite ser mais específico, objetivo e eficaz.

A ordem é a diretriz e um caminho para o sucesso. Mas, como Joseph Pilates mesmo dizia: “há muitas estradas que levam a Roma!”.

Criar diferentes séries para os clientes não significa criar caos no Studio. Nós vemos instrutores alterando não só a série de um aparelho, mas alternando entre os dispositivos.

Eles começam com o Reformer, passam para o Cadillac, alguns exercícios na Wunda Chair e depois de volta para o Reformer. Isso é extremamente prejudicial ao fluxo da aula, e desrespeitoso com os companheiros instrutores.

A fim de equilibrar as necessidades de seu cliente, com as necessidades dos clientes dos seus colegas, sugerimos que você termine todos os exercícios que precisa sobre um aparelho, e só em seguida passe para o próximo.

Em situações raras, em que é absolutamente necessário alternar os aparelhos, deixe que os outros instrutores fiquem sabendo antes de começar, e diga-os o que está planejando fazer.

Pergunte se eles estão bem com isso, verifique se eles são capazes de acomodá-lo. Você vai descobrir que na maioria das vezes, não será um problema, desde que você não faça isso regularmente.

Written by Michael Fritzke e Ton Voogt

Michael Fritzke e Ton Voogt

Michael e Ton são Mestres Professores de Pilates internacionalmente reconhecidos; apresentadores, educadores, consultores e inovadores. Juntos, eles desenvolveram e criaram o revolucionário TRIADBALL ™ (a primeira bola de seu tamanho criado especificamente para o método Pilates). Para mais informações sobre Michael e Ton e próximos eventos visite www.zenirgy.com

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