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As disfunções de coluna podem ser consideradas o mal do mundo moderno, e isso não é novidade para nós, que costumamos trabalhar com alterações musculoesqueléticas.

Mas as disfunções se apresentam de várias formas, com diferentes graus de gravidade e em diferentes pontos da coluna, causando, por consequência, diferentes efeitos conforme suas particularidades.

Nessa matéria iremos mergulhar e nos aprofundar, no que diz respeito à hérnia discal cervical. Vamos destrinchar esse assunto para podermos ter uma base de conhecimento e apresentar algumas sugestões de abordagens e exercícios para hérnia discal cervical que auxiliarão no tratamento dos alunos que nos procuram com esse problema.

Vamos lá?

O que é a Hérnia de Disco Cervical?

Hoje em dia as queixas em cervical e membros superiores estão cada vez mais presentes nos nossos consultórios e estúdios.  E apesar da incidência de hérnia lombar ainda prevalecer sobre as demais disfunções da coluna, os casos de hérnia discal em cervical também vêm aumentando nos últimos anos.

A hérnia de disco ocorre quando existe uma compressão do disco intervertebral. Quando esse processo ocorre entre as vértebras C1 e C7 identificamos como hérnia de disco cervical.

Os episódios de hérnia, no geral, ocorrem entre C5-C6, ou C6-C7, principalmente em função dessa porção final da cervical ser menos móvel e receber mais carga em relação às demais.

A hérnia pode ser:

  • Protusa: o disco intervertebral se desloca além do espaço do corpo vertebral, mas não há rompimento do conteúdo discal;
  • Extrusa: ocorre o extravasamento do conteúdo discal para o canal vertebral. Normalmente, nesses casos, existe compressão neural, desencadeando sintomas para membros superiores.

A gravidade da hérnia varia de acordo com as particularidades de cada paciente, mas geralmente as hérnias extrusas têm sintomas mais dolorosos e que limitam mais as atividades de vida diária.

Em casos mais raros, a hérnia ainda pode ser classificada como sequestrada, que é quando o conteúdo do disco migra para o canal vertebral deslocando-se para cima ou para baixo.

Sintomas

O principal sintoma da hérnia de disco é a dor. Com eventuais exceções, o paciente herniado só identifica essa disfunção a partir de dor constante, ou de crise de dor, e por isso esse sintoma costuma estar presente em quase 100% dos casos que caem em nossas mãos.

Especificamente na cervical, a dor pode ser localizada na região de vértebras ou irradiada para ombros e restante dos membros superiores.

Além da dor, o paciente pode relatar formigamento e dormência em um membro superior, ou em ambos, e dificuldade de movimentar a cervical. Nos casos mais graves, ou crônicos, pode referir perda de força em membros superiores.

Fatores de Risco

Então caros colegas, nessa disfunção, mais uma vez, um dos principais fatores de risco para o surgimento da hérnia é herança genética.

Sim, infelizmente não herdamos somente as coisas boas dos nossos pais e avós. Obviamente nem sempre a consequência é a mesma para toda árvore genealógica da família, mas o filho pode herdar dos pais uma condição postural que favorece a formação da hérnia, como, por exemplo, uma cervical retificada e com pouca mobilidade, que pode levar à sobrecarga e formação de desgaste discal e posterior hérnia discal.

Além de fator genético, que é um fator intrínseco e não pode ser mudado, existem os fatos externos que podem contribuir para o surgimento dessa patologia. Entre eles: rotina de trabalho, postura inadequada e sedentarismo.

Hoje as profissões envolvem muito o uso do computador e do celular. E este último não é utilizado somente profissionalmente, mas no nosso dia a dia, para uso pessoal também.

Esses hábitos, muitas vezes, nos levam a adotar posturas inadequadas, principalmente de cervical, o que pode sobrecarregar essa porção da coluna. Associado ao fato dos músculos não estarem desenvolvidos e fortalecidos, no caso dos sedentários, a hérnia de disco pode se fazer presente bem cedo.

Os fatores idade e sexo também podem contribuir para a formação da hérnia de disco: mulheres, com mais de 40 anos tem maior propensão a desenvolvê-la, em função de influência hormonal associada ao desgaste natural que se desenvolve a partir dos 40 anos.

Tratamentos para a Hérnia Discal Cervical

O tratamento da hérnia varia de acordo com a gravidade do quadro, e também de acordo com as particularidades de cada paciente, ou seja, o quanto de dor que é referido, o quanto o quadro patológico interfere na vida do paciente e como o paciente responde às tentativas de tratamento.

De maneira geral são feitas intervenções conservadoras antes de cogitar procedimento cirúrgico. O tratamento conservador inclui o uso de medicamentos, normalmente antiinflamatórios, prescritos pelo médico. Além do medicamento costumam ser indicadas intervenções variadas para alívio de dor e fortalecimento muscular, como, por exemplo, fisioterapia, massoterapia, acupuntura e exercícios para hérnia discal cervical – que ofereçam menor impacto inicialmente, como a natação e o Pilates.

O Pilates? Exatamente! Aí está nosso queridinho presente em mais uma alternativa de tratamento. Já vamos entrar em detalhes sobre isso.

A intervenção cirúrgica pode ser cogitada quando os demais recursos já foram testados e não surtiram efeito. Mas vale ressaltar aqui, que é uma cirurgia delicada (assim como todas as intervenções na coluna) e nem sempre é garantia de completo alívio de dor.

E mesmo realizando cirurgia, o paciente necessitará de exercícios para hérnia discal cervical durante a reabilitação e, em longo prazo, para evitar que apareçam novas hérnias, pois os músculos precisam de força e resistência para suportar a estrutura da coluna.

Como o Método Pilates pode auxiliar no tratamento?

Como comentado anteriormente, dentre todas as propostas de tratamento, os exercícios para hérnia discal cervical ainda surtem mais efeito, e efeitos mais duradouros, se comparado a qualquer outra possível intervenção.

Então, se estamos falando em exercícios para hérnia discal cervical, podemos falar em utilizar o Pilates como método para reabilitação da coluna cervical? Claro que podemos. E devemos!

A hérnia aparece a partir de uma condição mecânica da coluna, ou mesmo de uma condição plástica dos músculos que envolvem a estrutura da espinha. A falta de mobilidade da cervical pode levar ao desgaste do disco e à formação de hérnia.

A postura inadequada, como uma retificação cervical e uma cifose torácica, pode levar à sobrecarga nas vértebras cervicais. A fraqueza muscular também pode contribuir para a formação da hérnia.

Se analisarmos, entre tantos outros, somente esses agentes causadores dessa disfunção já conseguimos entender como o Pilates pode contribuir para o tratamento deste problema.

Através do Método, e de uma aula bem direcionada, podemos trabalhar para melhorar a mobilidade articular da coluna cervical, equilibrar a estrutura muscular, alongando e fortalecendo os grupos musculares envolvidos, melhorar a postura como um todo.

Além disso, o paciente que pratica o Pilates desenvolve uma consciência corporal diferenciada e melhora a sua própria percepção corporal, o que leva a influência do Método para fora das nossas clínicas e estúdios.

O paciente com conhecimento sobre o próprio corpo saberá realizar os exercícios para hérnia discal cervical no dia a dia sem sobrecarregar as estruturas lesionadas.

Como já sabemos, o Pilates trabalha de forma global o corpo. Além do trabalho global, também é possível realizar um estímulo específico para a região que precisamos trabalhar.

No caso da hérnia de disco cervical, além dos músculos que envolvem a coluna, devem ser trabalhados os músculos de membros superiores, ou seja, todas as estruturas que estão em torno da cervical.

Nossa linha de pensamento, ao montar uma aula para tratar as disfunções da cervical, deve levar em conta a anatomia e as particularidades encontradas na avaliação do paciente que nos procura.

De forma geral, devemos buscar através dos exercícios para hérnia discal cervical, estimular a estabilidade da coluna e dos músculos responsáveis por essa função; articular as vértebras e a porção vertebral em relação às outras, porque isso que gera a leveza dos movimentos; melhorar a força e resistência dos músculos adjacentes à cervical, que é o caso dos músculos dos membros superiores; além, claro, de alongar os grupos musculares encurtados.

Resumindo, precisamos “arrumar a casa” para aliviar a dor e evitar que novas disfunções se desenvolvam.

Como estamos falando de uma patologia que surge, entre outras razões, por um excesso de carga sobre a coluna, ou sobre um desequilíbrio de cargas em função de uma alteração postural, exercícios para hérnia discal cervical no Pilates se torna um ótimo aliado para o tratamento conservador.

Se retomarmos os princípios do Método estaremos falando de controle e equilíbrio muscular e postural, harmonia da respiração e dos movimentos corporais e estabilidade das estruturas; pontos essenciais para a reabilitação de hérnia de disco, tanto na cervical como em qualquer porção da coluna. É o casamento perfeito, não?

É fundamental que a escolha dos exercícios para hérnia discal cervical respeite as particularidades de cada paciente, mas, de modo geral, é interessante cumprir algumas etapas para aplicação do Método.

Inicialmente os exercícios para hérnia discal cervical devem ser voltados ao alívio de dor, através do ganho de mobilidade e do alongamento, e ao desenvolvimento do conhecimento corporal.

A segunda etapa do Método irá assegurar o fortalecimento e a resistência da musculatura. E por fim, o Pilates será trabalhado a fim de melhorar a condição muscular já adquirida e desafiar o aluno, desenvolvendo movimentos mais dinâmicos e coerentes com o que é realizado no dia a dia.

15 exercícios para Hérnia Discal Cervical

Retração Cervical

Nível: Iniciante

Objetivos: Fortalecimento e alongamento de músculos extensores da cervical.

Execução: Em decúbito dorsal, cintura escapular alinhada, região occipital apoiada no chão, abdômen contraído. Inspirar, e ao expirar “puxar o queixo para peito”, flexionando cervical, mantendo o apoio occipital. Manter a posição por seis segundos para, então, relaxar e reiniciar o movimento. O exercício pode ser evoluído trocando a posição inicial: em pé com apoio a parede e, por fim, em pé sem apoio.

Sequência: 10 repetições.

Hiperextensão da cervical

Nível: Iniciante

Objetivos: Fortalecimento de musculatura cervical e ganho de mobilidade.

Execução: Em decúbito dorsal, cabeça apoiada no chão, ombros alinhados e abdômen contraído. Inspirar, e ao expirar realizar a hiperextensão da coluna cervical, apontando o queixo para cima.

Inclinação da Cervical

Nível: Iniciante

Objetivos: Fortalecimento de rotadores e flexores laterais da coluna cervical.

Execução: Em decúbito lateral, com a cabeça apoiada sobre o membro inferior de apoio com ombro e cotovelo9 flexionados. Inspirar, e ao expirar flexionar lateralmente a cervical, sustentando a posição por duas respirações, e então retornar à posição inicial.

Sequência: 10 repetições para cada lado.

Rotação cervical

Nível: Iniciante

Objetivos: Trabalho da mobilidade da cervical.

Execução: Em decúbito dorsal, com a cabeça apoiada sobre a OverBall, cintura escapular alinhada e abdômen contraído. Inspirar realizando a rotação da cervical para o lado direito e expirar realizando a rotação para o lado esquerdo. O movimento deve ser suave e fluído.

Sequência: 10 repetições para cada lado.

Mobilização de cintura escapular

Nível: Iniciante

Objetivos: Melhora da mobilidade de ombros e cintura escapular.

Execução: Em pé, segurando halteres de peso, que pode variar entre 1kg e 3kg, abdômen contraído. Inspirar elevando as escápulas sem abduzir os ombros e expirar deprimindo as escápulas mantendo o alongamento axial.

Sequência: 12 repetições.

Fortalecimento de extensores da Cervical

Nível: Iniciante

Objetivos: Fortalecimento de extensores da cervical.

Execução: Em decúbito dorsal, com a cabeça sobre a OverBall, cintura escapular alinhada e abdômen contraído. Inspirar, e ao expirar pressionar a OverBall para o chão, sem alterar posição da cabeça.

Sequência: 10 repetições.

The Swimming

Nível: Intermediário

Objetivos: Fortalecer músculos eretores da coluna, membros superiores e abdômen; controle de cintura escapular.

Execução: Em decúbito ventral, com ombros abduzidos a 90 graus e cotovelos flexionado de forma que as mãos estejam apoiadas no solo ao lado da cabeça. Inspirar, e ao expirar estender a coluna, acionando o abdômen, e hiperestendendo o quadril. Inspirar, e ao expirar elevar flexionar ainda mais o ombro direito e hiperestender ainda mais o quadril esquerdo e, partir disso, intercalar o movimento de membros inferiores e superiores conforme a expiração.

Sequência: 10 repetições para cada lado.

Cat Stretch

Nível: Iniciante

Objetivos: Trabalho de mobilidade da coluna.

Execução: Em posição de quatro apoios, coluna neutra, abdômen contraído. Inspirar, e ao expirar hiperestender a coluna, levando o peito para direção do chão, aduzindo as escápulas, e elevando a cabeça. Inspirar, e ao expirar, flexionar a coluna, levando a coluna torácica para o teto, abduzindo as escápulas, e baixando a cabeça.

Sequência: 10 repetições.

Mobilização de cintura escapular

Nível: Iniciante

Objetivos: Ganho de mobilidade de cintura escapular e consciência do movimento de escápulas.

Execução: Em decúbito dorsal, com quadril e joelhos flexionados e pés apoiados no chão. Mantenha um ombro flexionado a 90 graus com um haltere ou uma bola de peso na mão. Enquanto isso, o membro superior contralateral apoiando a região occipital com a mão. Inspirar, e ao expirar abduzir a escápula do membro superior com o peso realizar a rotação da cervical  para o lado oposto.

Sequência: 10 repetições para cada braço.

Spiner Stretch com a Bola Suíça

Nível: Iniciante

Objetivos: Alongar a coluna vertebral e membros superiores.

Execução: De joelhos, com quadril sobre calcanhares, segurando a Bola Suíça nas mãos, abdômen contraído, escápulas alinhadas. Inspirar, e ao expirar, flexionar quadril e coluna flexionando os ombros. Inspirar, e ao expirar retornar para posição inicial.

Sequência: 10 repetições.

Chest Expansion no Cadillac

Nível: Intermediário

Objetivos: Fortalecimento de membros superiores e mobilidade de cervical.

Execução: Em pé, com alças de mãos nas mãos. Inspirar, e ao expirar, hiperestender os ombros puxando as alças para trás. Manter a posição. Inspirar, e ao expirar realizar rotação da cervical para direita; inspirar retornando à posição neutra, e expirar realizando a rotação da cervical para a esquerda; inspirar retornando a cervical para a posição neutra e expirar retornando os membros superiores para posição inicial.

Sequência: 10 repetições para cada lado.

Depressão ombros na Barra Torre

Nível: Iniciante

Objetivos: Fortalecimento de membros superiores e alongamento de musculatura cervical.

Execução: Sentado de lado para a Barra Torre, segurando a barra com a radio-ulnar supinada, escápulas alinhadas, mão oposta na cintura, abdômen contraído. Inspirar, e ao expirar puxar a barra torre para baixo flexionando o cotovelo e aduzindo os ombros, deprimindo a escápula sem alterar postura da coluna. Inspirar, e ao expirar retornar à posição inicial.

Sequência: 10 repetições para cada lado.

Variação: Ao puxar a Barra Torre para baixo, o paciente flexiona a cervical lateralmente para lado oposto. Desta forma estaremos promovendo maior alongamento da musculatura afastando a origem da inserção muscular.

Apoio de Braços sobre o Bosu

Nível: Avançado

Objetivos: Fortalecimento de flexores horizontais dos ombros e controle de cintura escapular.

Execução: Em posição de apoio com as mãos apoiadas nas laterais do bosu invertido. Inspirar, e ao expirar flexionar cotovelos e estender horizontalmente os ombros.  Inspirar, e a expirar retornar à posição inicial.

Sequência: 10 repetições.

Trabalho de Membros Superiores no Reformer

Nível: Avançado

Objetivos: Fortalecimento de extensores horizontais e abdutores dos ombros e estabilizadores da coluna.

Execução: Sentado, com os membros inferiores sobre a cabeceira, tendo joelhos estendidos. Segure as alças de mãos. Inspirar, e ao expirar abduza os ombros ao mesmo tempo que realiza a extensão horizontal, sem flexionar cotovelos e mantendo a coluna neutra.

Sequência: 10 repetições.

Variação: Membros Superiores com Flexo-Extensão cervical no Reformer – Associar a flexão e extensão da cervical ao exercício anterior.

Pulling the Straps no Reformer

Nível: Intermediário

Objetivos: Fortalecimento de extensores e hiperextensores dos ombros e da coluna.

Execução: Em decúbito ventral sobre a caixa longa (que está sobre a base móvel do Reformer), segurando alças de mãos com ombro flexionados acima dos 90 graus, inspirar e ao expirar realizar a hiperextensão da coluna, quadril e ombros. Inspirar, e ao expirar retornar para a posição inicial.

Sequência: 10 repetições.

Restrições de Exercícios para Hérnia Discal Cervical

A variedade de exercícios para hérnia discal cervical que nos permite trabalhar com esses pacientes é muito grande. Mas devemos ter atenção com alguns exercícios para não provocar hipersensibilidade na coluna.

Não devem ser realizados exercícios para hérnia discal cervical que possam sobrecarregar a coluna cervical. Devemos restringir os exercícios que envolvam suspensão da porção superior de tronco até que o paciente tenha consciência e força para manter a força no core.

Os exercícios para hérnia discal cervical com descarga de peso sobre os membros superiores também devem ser realizados com a nossa máxima atenção à postura, pois o paciente tende a realizar força excessiva em trapézio e ombros, podendo hipersensibilizar os músculos cervicais e gerar dor.

A carga das molas é outro ponto chave; devemos iniciar os exercícios para hérnia discal cervical com molas mais leves e graduá-las mais pesadas conforme o paciente adquire força de core, para evitar tensão em cervical durante o exercício.

Enfim, não existem restrições severas quanto aos exercícios que podem ser aplicados para o paciente com hérnia, mas devemos adequar a sequencia conforme a condição física e o tipo de hérnia que o mesmo possa apresentar, evitando possíveis lesões por excesso.

Cuidados que devem ser tomados durante o tratamento

De maneira geral devemos respeitar os limites de dor do paciente, lembrando: os exercícios para hérnia discal cervical não devem ser executados se os mesmos geram dor ao paciente. Para isso podemos adaptar a forma de executá-los ou a dificuldade dos exercícios.

Outra questão importante de ser observada é o local da protusão discal. A partir do local, sabemos qual a porção da coluna que pode estar sendo provocada e devemos, então, evitar exercícios que aumentem o estímulo nesta região.

Conclusão

Os quadros de hérnia de disco cervical estão aí, batendo à porta dos nossos consultórios, e a tendência é de, cada vez mais, surgirem casos dessa natureza. O tratamento através dos exercícios para hérnia discal cervical costuma trazer resultados bem satisfatórios, e normalmente tiram o paciente da fila da cirurgia.

Mas, apesar do tratamento surtir efeito, o ideal ainda é, sempre que possível, adotarmos medidas preventivas com o nosso paciente, trabalhando o equilíbrio muscular antes que qualquer disfunção possa aparecer. A prevenção sempre é a melhor solução.


























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