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A utilização de exercícios de Treinamento Funcional em dupla tem sido cada vez mais comum, principalmente para aqueles alunos que esperam que a academia seja um local de convívio social, onde se sintam bem ao se conectar com outras pessoas e possam manter um contato próximo.

Além de deixar as aulas mais atrativas e lúdicas, realizar exercícios de Treinamento Funcional em dupla proporciona diversos outros benefícios.

Para entender melhor quais são as vantagens e os cuidados ao adotar os exercícios em dupla e também para se inspirar em alguns exercícios, continue lendo esta matéria!

Benefícios do Treinamento Funcional em dupla

É muito comum se deparar com academias, Studios e espaços dedicados ao exercício físico, portanto, ter um diferencial em relação ao outro é muito importante.

Além de sempre se manter atualizado, o instrutor precisa planejar aulas que sejam criativas e atrativas para os seus alunos, evitando que eles fiquem entediados e sem empolgação para realizar as atividades físicas e atingir os objetivos propostos, podendo até mesmo acarretar na desistência ou na procura por outros métodos e profissionais.

É importante ressaltar que os exercícios de Treinamento Funcional em dupla não são, necessariamente, a solução dos problemas do instrutor. Porém, eles podem ajudar a melhorar a qualidade das aulas.

Os principais benefícios das aulas realizadas em dupla são:

Mantém o aluno motivado

As dinâmicas em grupo podem ajudar a melhorar a produtividade e a motivação. Este último é um fator essencial para qualquer atividade humana, isso porque a motivação afeta tanto a memória quanto a atenção.

Muitos alunos possuem objetivos principais que são de longo prazo, como o emagrecimento, por exemplo.

É importante que eles saibam que não vão perder peso ou medidas da noite para o dia e, provavelmente, faltar somente a uma aula não irá atrapalhar em todo o processo. No entanto, a falta de motivação pode transformar as faltas esporádicas em constantes e prejudicar o aluno a alcançar os seus objetivos.

Para garantir que haja motivação para realizar alguma atividade, é preciso ter recompensas a curto e longo prazo. Por exemplo: perder peso será uma recompensa a longo prazo, enquanto encontrar um ambiente confortável e acolhedor pode ser uma recompensa a curto prazo.

Quando o aluno se sente bem toda vez que vai ao Treinamento Funcional, mesmo que esteja cansado, ele sentirá vontade de voltar.

Interagir com outros alunos, seja pelos exercícios de Treinamento Funcional realizados em dupla ou por meio de outras estratégias, deixará a aula mais animada e com motivos para que os alunos retornem.

Incentiva a competitividade

A competitividade também é um fator que auxilia na motivação. Estudos mostraram que fazer amizades e a competição entre outros participantes estão entre os principais motivos que levam alguém a escolher uma atividade física. 

Mesmo que a estética ou a saúde sejam importantes para alguém decidir começar a treinar, criar e manter uma relação com outros praticantes é muito relevante.

Para os atletas, essa busca pela competitividade é bastante compreensível. Eventualmente, eles precisarão superar seus pares em campeonatos para alcançar medalhas e glórias.

Mas, qual a ligação entre competir, se comparar com outros alunos e praticar esportes normais?

Por mais que o maior público de uma academia sejam aquelas pessoas que só querem manter a forma, ter alguém para se comparar é uma motivação para a maioria.

Jovens e adultos são bastante competitivos, seja no ambiente de trabalho ou nas atividades físicas. Por isso, treinar com outras pessoas cria um desafio: se manter no mesmo nível ou superar os outros alunos, mesmo que isso não valha uma medalha ou outro tipo de prêmio material.

Outro ponto sobre a competitividade, é que ela motiva o aluno a comparecer em todas as aulas, já que, ao treinar em contato próximo com os colegas, ele ficará mais consciente sobre faltar com frequência e correr o risco de ficar menos apto do que os demais.

Realizar exercícios de Treinamento Funcional em dupla ajudam os alunos a conviver em grupo e competir de maneira saudável, sem perder a excelência do trabalho, seja na reabilitação ou no preparo físico.

Novo círculo social para o aluno

Os alunos buscam por um ambiente agradável e que os faça se sentir incluídos.

No momento em que o instrutor diz para seus alunos se separarem em duplas para realizar o próximo exercício, mesmo que nenhum deles se conheça, eles serão forçados a interagir.

Essa interação virá de um interesse em comum: a atividade física. Em atividades mais específicas, como o Pilates, criar essa interação é melhor ainda.

Outra vantagem de criar uma conexão entre os alunos do grupo é a própria recompensa a curto prazo. Ir para a aula e poder praticar atividades com amigos é uma ótima recompensa que poderá deixar os alunos empolgados pela próxima aula.

Não é tão difícil perceber as razões de muita gente ter dificuldade em ser assíduo na academia. É um ambiente hostil e sem colegas para ter com quem compartilhar as experiências, principalmente por vivermos em um mundo conectado e que as pessoas se sentem melhor socializando.

Incentiva os alunos a convidarem amigos

Fazer atividades com amigos e familiares pode ser muito prazeroso.

Se uma aula é boa e incentiva que o aluno interaja com os colegas, haverá mais vontade de recomendar o professor para os amigos.

Primeiramente, o aluno certamente vai querer dividir aquela hora do dia com pessoas próximas, isso possibilitará que ele convença um amigo, colega ou familiar a frequentar o mesmo grupo.

Praticar atividades físicas com um amigo será uma maneira de se motivar e manter a frequência nas aulas. 

Outro detalhe importante é que fazer exercícios de Treinamento Funcional em dupla torna o laço entre as duplas mais profundo.

Muitos dos exercícios de Treinamento Funcional em dupla que podem ser utilizados em uma aula incluem algum elemento de cooperação. Os dois terão de cooperar para atingir o objetivo de realizar o exercício, melhorando a confiança e o relacionamento em geral.

Todos esses fatores contribuem para que o aluno tenha maior bem-estar em sua vida além das aulas. Perceber os resultados do trabalho feito na academia ajudará a criar um aluno fiel ao instrutor e pronto para incentivar mais praticantes.

Cria colaboração entre os alunos

Entre os muitos desafios de uma aula em grupo, está o monitoramento constante de cada um dos praticantes para garantir que o movimento seja realizado da forma correta e sem nenhum tipo de risco.

Quando a atividade física proposta é individual, o instrutor pode deixar passar algum problema despercebido. Já no exercício de Treinamento Funcional em dupla é possível ter mais colaboração entre os alunos, ou seja, caso haja algo de errado com um companheiro e o professor não perceba, outro aluno poderá avisá-lo.

Sentir-se como parte de um grupo também faz com que os alunos fiquem animados em trabalhar juntos e se incentivem durante a realização dos movimentos.

Cuidados necessários na aplicação dos exercícios de Treinamento Funcional em dupla

Depois de vermos todas as vantagens dos exercícios de Treinamento Funcional em dupla, vamos compreender os cuidados que são necessários.

Algumas vezes, os alunos poderão ter um comportamento imprevisível. Por isso, é preciso estar atento nos seguintes fatores abaixo:

Competitividade

Sim, a competitividade pode ser um problema nas aulas de Treinamento Funcional. Para evitar que isso aconteça, é preciso prestar atenção nas diferentes pessoas que frequentam a aula e estabelecer uma competição saudável entre elas.

Alguém que odeia perder e se frustra facilmente, por exemplo, talvez se sinta desconfortável em um ambiente que incentiva a competição.

Se, ao sugerir a realização de exercícios de Treinamento Funcional em dupla, alguns alunos começarem a reclamar ou demorarem muito para se arrumar, é provável que haja algum problema.

Nessas situações, o instrutor pode tomar algumas atitudes. A primeira delas é evitar que as atividades em dupla façam parte do planejamento das aulas, especialmente se algum aluno não se dá bem com o resto do grupo. A segunda é usar exercícios sem incentivar a competição.

É necessário lembrar que a competição exagerada pode levar o aluno a desistir das aulas. Afinal, é muito comum alguém ficar frustrado por não conseguir acompanhar o restante do grupo. Por isso, antes de tudo, avalie bem o nível de habilidade de cada aluno.

Falta de atenção

Nas atividades físicas pode ser muito frequente que os alunos comecem a conversar sem parar e fiquem muito mais conectados com o grupo, utilizando o momento do exercício para bater um papo. Isso seria ótimo, se não desconcentrasse a turma.

A concentração ajuda o aluno a se mover de maneira funcional, eficiente e sem compensações. O exercício de Treinamento Funcional em dupla possibilita que um aluno ajude o outro com o fator de motivação e auxílio. Porém, é preciso tomar cuidado para não abrir mão de um movimento de qualidade.

Um grupo desconcentrado também deixará a aula mais lenta e criará descontentamento daqueles alunos que são mais dedicados em cumprir seus objetivos individuais. 

A aula precisa sempre estar organizada e o instrutor pode recomendar para os alunos mais conversadores que eles terminem os exercícios antes de falarem.

Problemas com espaço

Para realizar exercícios de Treinamento Funcional em dupla é necessário ter um espaço diferenciado. Separar os alunos em um lugar sem pensar nisso, poderá deixar a execução dos movimentos com problemas.

Esse problema pode ser facilmente contornável. Basta o instrutor recomendar uma distância mais adequada entre as duplas e mostrar o lugar ideal para cada uma ficar. 

A boa distribuição do espaço também ajuda a evitar acidentes e situações constrangedoras como quedas e batidas.

Diferenças físicas e psicológicas individuais

Cada aluno é único em seu corpo, mente e objetivos. Portanto, as habilidades e pensamentos serão divergentes e poderão complicar o trabalho em grupo.

Em uma turma muito variada, talvez seja melhor evitar exercícios que precisem da ajuda de uma dupla. É possível que as diferenças em habilidade gerem conflitos e descontentamento.

Talvez as habilidades físicas de cada aluno tenha impedido que o exercício fosse realizado corretamente. Ou as desavenças entre alunos criaram uma divisão no grupo. Esses são resultados negativos que devem ser considerados.

Como decidir se um exercício é bom ou não para a aula?

Provavelmente inserindo uma ou duas atividades diferentes, os alunos já ficarão mais motivados e integrados ao grupo. Mas o resultado também pode ser o oposto.

Primeiramente, o profissional deve avaliar cada um de seus alunos para estimar se aquela é a atividade certa. Fatores como a aptidão física, personalidade, tamanho e objetivos individuais devem entrar nessa decisão.

O exercício precisa ser funcional e contribuir para os objetivos da aula e não ser realizado somente por ser “divertido”, mesmo que a curto prazo o aluno fique mais animado e motivado, o objetivo a longo prazo precisa ser considerado.

Mesmo durante exercícios de Treinamento Funcional em dupla, o instrutor deve prezar sempre pela excelência do movimento. Num momento onde a descontração é maior, o aluno pode cometer mais erros, o que exige uma atenção maior do instrutor com cada dupla.

18 exercícios de Treinamento Funcional em dupla

Confira os 18 exercícios de Treinamento Funcional em dupla nos vídeos abaixo.

Conclusão

A motivação de um aluno é um dos fatores que o fazem ficar ou abandonar as aulas e essa motivação sofre grande influência do círculo social em que ele se encontra.

Estar deslocado do grupo faz com que a pessoa se sinta menos à vontade no seu espaço de treinamento e com menos vontade de comparecer. O aluno provavelmente não vai admitir, mas se ele estiver conectado com os colegas faltará menos e treinará com mais empenho.

Os exercícios de Treinamento Funcional em dupla são uma ótima maneira de incentivar a colaboração e interação entre os alunos. Porém, também é importante estar atento aos riscos de usar atividades do tipo. As diferenças entre cada aluno talvez seja um fator que poderá levar a conflitos.

Além disso, qualquer exercício usado numa aula (independente da modalidade) deve servir um propósito e ajudar o aluno a aprimorar seu corpo e criar movimentos mais funcionais.