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O Pilates como Recurso Terapêutico na Hiperlordose

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Dentre os distúrbios ortopédicos, as alterações da curvatura da coluna vertebral são as mais incidentes em todas as faixas etárias e podem afetar a anatomia, a mobilidade e a simetria do tronco. Consequentemente, podem modificar a locomoção humana e conduzir a disfunções e problemas no controle postural.  A hiperlordose é uma dessas alterações.

Caracterizada como um desvio postural no qual há uma acentuação da curvatura existente nos segmentos lombar e cervical, denominada lordose fisiológica.

Qualquer desvio da postura padrão é considerado uma alteração postural, o que não é necessariamente classificado como uma doença, porém afeta a qualidade de vida do paciente.

Diante disso, o  Método Pilates tem sua empregabilidade pautada na melhora das condições osteomusculares, flexibilidade, e na busca do reequilíbrio corpo-mente, e o trabalho da postura correta elenca-se como uma de suas atribuições enquanto opção para melhora da qualidade de vida.

Para conhecer como o Pilates pode auxiliar na redução da hiperlordose, bem como na melhora da dor eventualmente provocada por esse tipo de alteração continue lendo esse texto. Além disso, vamos explorar ok aspectos anatômicos e biomecânicos, fisiopatológicos e as principais abordagens com o aluno/paciente através do Método.

A HiperlordoseHIPERLORDOSE-10

Vários fatores estão associados ao surgimento da hiperlordose.

Fatores esses responsáveis por gerar um grande desequilíbrio mecânico na coluna, sendo então o principal responsável pelas dores nesta região.

As principais causas para a hiperlordose são:

  • Deformidades genéticas
  • Má postura
  • Gravidez
  • Obesidade
  • Fraqueza de alguns grupos musculares
  • Movimentos repetitivos
  • Lesões
  • Hérnia de disco, dentre outros.

Hoje no Brasil existe uma média de 30% de prevalência de hiperlordose na população. Mais comuns em grupos especiais, como crianças com excesso de peso, gestantes e trabalhadores de carga, esse número aumenta consideravelmente.

Esses dados comprovam a importância da abordagem desse achado clínico tão comum.

Aspectos Anatômicos e Biomecânicos da HiperlordoseHIPERLORDOSE

A lordose pode ser definida como a convexidade anterior, ou concavidade posterior, da coluna vertebral no plano sagital. Sendo assim há dois tipos de hiperlordose que podem estar presentes nas alterações posturais: a hiperlordose cervical e lombar.

Sabe-se que a postura é a atitude assumida pelo corpo, por apoio, durante a inatividade muscular ou por meio da ação coordenada de muitos músculos para manter a estabilidade.

Quando esta postura é ineficaz, ela não realiza suas funções adequadamente. Isso acarreta no aumento de uma ou mais curvas da coluna vertebral, sendo a região lombar a mais atingida.

Com esses desequilíbrios musculares causados pela postura ineficaz surgem atitudes corporais desagradáveis estética e funcionalmente. Isso faz com que esses distúrbios estéticos provoquem reações psicológicas e emocionais, ameaçando a autoestima do indivíduo.

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A hiperlordose lombar pode interferir no surgimento de outros problemas da coluna, como por exemplo a lombalgia crônica. As superfícies articulares bem como a posição dos corpos vertebrais ao longo da coluna podem ser determinantes em quadros de dores persistentes e que não cessam mesmo ao repouso.

Tudo isto porque, mesmo em repouso, a distribuição articular permanece intrinsicamente contínua.

Alguns estudos têm apontado uma relação estreita entre a hiperlordose e a síndrome facetária, devido a um comportamento vertebral em comum nas duas condições: o atrito facetário (GRAUP, 2008).

Na hiperlordose há uma aproximação da articulação que une as facetas superiores e inferiores das vértebras e o atrito entre essas estruturas causam dor.

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Em relação aos grupos musculares envolvidos, os seguintes desequilíbrios musculares podem estar na gênese da hiperlordose lombar (BARBOSA, 2011):

  • Força e retração (encurtamento) dos flexores de quadril (ilíaco e psoas)
  • Extensores da coluna lombar (paravertebrais lombares)
  • Fraqueza dos extensores de quadril (grande glúteo)
  • Flexores da coluna lombar (abdominais), acompanhada também de retração de isquiotibiais.

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Classificações da HiperlordoseHIPERLORDOSE-5

De modo geral, a hiperlordose é mais frequentemente assintomática, embora se possa manifestar por lombalgia e diminuição da flexibilidade da coluna lombar.

De acordo com a Scoliosis Research Society (SRS), pode ser classificada em postural (forma mais frequente), congênita (devido a anomalias do desenvolvimento embrionário vertebral), pós-laminectomia (iatrogénica), neuromuscular (resultando de desequilíbrios do tónus e da força muscular), secundária a contractura em flexão da anca e associada a outras causas.

As formas associadas a espondilólise (frequente em adolescentes que praticam desportos que envolvem hiperextensão lombar repetitiva) e espondilolistese (atribuível a múltiplas etiologias) foram incluídas na classificação por vários autores.

Na hiperlordose cervical, o desequilíbrio muscular é causado pela retração da musculatura posterior do pescoço. Esse tipo de alteração provoca a elevação da visão da linha do horizonte é acompanhada de encurtamento e contratura permanente da musculatura extensora, e fraqueza de musculatura flexora cervical.

Os sintomas geralmente atribuídos são as dores cervicais, rigidez e tensionamento de trapézio, escalenos, disfunções de articulação temporomandibular e intensa fadiga.

Avaliando o Paciente com HiperlordoseHIPERLORDOSE-3

Segundo Monteiro (2013), o diagnóstico da hiperlordose é feito em várias etapas e além de levar em consideração a pré-existência de fatores de risco como obesidade, osteoporose, por exemplo, é feito a partir de um exame completo, que revela muito sobre a saúde e as condições físicas do paciente.

Entre as etapas de um exame físico, está a manipulação para determinar anormalidades na coluna através do toque; e o alcance do movimento para medir o grau de extensão que o paciente alcança em movimentos de flexão, extensão, curvatura lateral e rotação.

Um exame radiológico revela de fato a existência de hiperlordose durante a realização do diagnóstico. Os métodos mais usuais de medição das curvas são o método de Ferguson e o método de Cobb, sendo, este último, o mais utilizado.

Método Ferguson

O Método de Ferguson consiste em localizar o centro de gravidade de cada uma das vértebras e seguidamente unir os seus centros de gravidade, a vértebra limite superior com a vértebra ápice e a vértebra limite inferior com a vértebra ápice.

Posteriormente encontra-se o ângulo que forma as duas linhas retas. Para se poder levar a cabo a medição de uma hiperlordose por meio do método de Ferguson, é imprescindível a localização das vértebras limite superior e inferior da curvatura lombar.

Método de Cobb

O Método de Cobb consiste em traçar linhas retas na parte superior das vértebras que estão acima da vértebra ápice e a partir desta, e linhas pelas faces inferiores das vértebras que estão abaixo. Umas linhas são convergentes e outras divergentes.

Nesta técnica procura-se ver quais são as linhas convergentes que determinam as vértebras limite superior e inferior; a partir daí as linhas começam a ser divergentes com respeito à anterior. A seguir traçam-se retas perpendiculares a estas duas linhas e encontra-se o ângulo da curva.

Em alguns casos, é difícil localizar as vértebras limite superior e inferior de uma curva, sendo que existe um método bastante certeiro e eficaz.

Há vários parâmetros diferentes para mensurar o ângulo da lordose. Alguns autores, embasados no método de Cobb, traçaram uma linha perpendicular a D12 e outra perpendicular a S1 e na intersecção dessas linhas obtém-se o ângulo de Cobb.

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Não há padrão para a forma exata da coluna lombar em repouso, variando de indivíduo para indivíduo, dificultando assim a definição do que pode ser chamado de curvatura lombar normal (Vialle et al, 2005).

Há uma carência de estudos que avaliam o ângulo normal da curvatura lombar e que apesar de muitos usarem o método de Cobb, não há definição e consenso nos parâmetros utilizados para mensurar o ângulo.

No entanto, a Scoliosis Research Society (SRS) estipulou como ângulos fisiológicos para lordose o intervalo entre 31º e 79º. Valores acima desses indicam um desvio postural de hiperlordose lombar.

Avaliação Postural

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O diagnóstico de hiperlordose cervical está pautado na avaliação postural, que identifica uma prostração da cabeça acompanhada de desvio da linha longitudinal para trás do trago (lóbulo da orelha), na posição vista de perfil.

A hiperlordose cervical apresenta-se como uma atitude compensatória, exceto em casos em que o distúrbio esteja estruturado, reflexo de uma hipercifose torácica e hiperlordose lombar.

Pelo fato de não ser o distúrbio primário, as alterações da curva cervical são em tese mais facilmente tratadas do que as hiperlordoses lombares.

A avaliação postural continua sendo o método mais empregado no diagnóstico de desvios posturais como a hiperlordose.

Em perfil, ou na vista sagital, a postura normal do corpo compreende a distribuição linear dos seguintes pontos:

  • Plano escapular e das nádegas;
  • Vértex (região mais alta do crânio), a apófise odontoide da 2ª vértebra cervical e o corpo vertebral da 3ª vértebra lombar estão no centro do quadrilátero de sustentação, está equidistante dos pés;
  • Deve haver uma leve lordose lombar;
  • A linha vertical que desce do lóbulo da orelha deve cruzar os maléolos;
  • A distância entre a protuberância occipital e o plano posterior do corpo deve ser de dois a três centímetros.
  • A hiperlordose pode ou não vir acompanhada de hipercifose (compensação).

                       Postura normal:                                                     Hiperlordose:

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Tratamentos Convencionais

O tratamento da hiperlordose pode variar de acordo com cada caso, pois nem toda hiperlordose necessita necessariamente de tratamento. Mas isso não anula a possibilidade de esse tipo de alteração levar à disfunções álgicas no futuro.

Nos casos em que a curva é rígida e é a origem de dor constante, é importante buscar avaliação terapêutica. O tratamento não necessariamente será cirúrgico, podendo incluir medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar a dor.

Fisioterapia para tratar a dor e atividade física para que o paciente desenvolva força e flexibilidade e aumente o alcance do movimento, coletes para controlar a evolução da curva em adolescentes e redução do peso corporal ao nível ideal.

O RPG (Reeducação Postural Global), Osteopatia, Quiropraxia e Podoposturologia também são métodos empregados no tratamento da hiperlordose e trazem resultados semelhantes na melhora do quadro. A cirurgia pode ser indicada se a curva lordótica for grave com comprometimento neurológico.

É importante que o diagnóstico seja realizado precocemente para evitar que as alterações posturais tornem-se mais difíceis de serem tratadas. Sendo assim, é fundamental que um médico e/ou fisioterapeuta seja procurado assim que seja notada qualquer alteração na postura da criança e do adolescente.

O tratamento para correção de hiperlordose, geralmente, é conservador. A partir dos dados da avaliação, o fisioterapeuta vai traçar um programa de tratamento visando a melhora das condições físicas, funcionais e posturais do paciente.

Entre os métodos de tratamento que dispõe o fisioterapeuta, o Pilates vem ganhando destaque. A sua proposta de globalidade tem sido aceita como eficaz no tratamento de várias patologias e, de modo especial, as da coluna vertebral.

Como o Método Pilates pode ajudar? HIPERLORDOSE-12

A correção de desvios posturais é algo que não se pode afirmar categoricamente como uma atribuição do Método Pilates.

Tendo em vista os vários fatores envolvidos no surgimento de uma alteração postural como a hiperlordose, não há um tratamento que o englobe de forma resoluta, mas sim há aqueles que melhoram, reequilibram e previnem problemas decorrentes dela. Nisto o Pilates é referência.

Segundo Cazotti et al. (2015), o método Pilates é um sistema de exercícios que envolve alongamento e fortalecimento em uma só proposta de condicionamento físico e mental, que emprega conjuntos de contrologia, movimentos precisos e a utilização de equipamento especiais.

Desenvolvido por Joseph Pilates há quase 90 anos atrás, apenas recentemente tem sido considerada uma opção que ganhou popularidade.

Os exercícios são realizados em posições diferentes sobre o chão com um tapete, evitando impacto excessivo ou pressão sobre os músculos, articulações e tecidos tissulares.

O objetivo do treinamento físico usando o método é alcançar um melhor funcionamento do corpo com base no reforço do Power House, um termo que se refere à parte inferior do tronco que suporta o corpo.

A segunda característica principal do método é os seis princípios básicos: centralização, concentração, controle, precisão, respiração e fluidez.

Como em qualquer abordagem terapêutica, é importante avaliar se o desvio postural trata-se de vício postural, ou de uma deformidade estruturada e com base no conhecimento do perfil do indivíduo é que se pode presumir um prognóstico corretivo, como em crianças e adolescentes, por exemplo, ou de melhora para a alteração postural em questão.

O Método Pilates se propõe a trabalhar o reequilíbrio das cadeias musculares, com uma integração entre os sistemas somatossensorial, e psíquico, com exploração de mecanismos de alinhamento corporal através de estímulos proprioceptivos e constante feedback postural, seja ele visual, ou através do instrutor.

Tratamento através do PilatesHIPERLORDOSE-11

No tratamento da hiperlordose, o Pilates é aplicado para a busca do reequilíbrio osteomuscular, e a melhora dessa alteração dependem da abordagem correta de grupos musculares e restabelecimento de suas funções fisiológicas.

Portanto, para o alcance dos objetivos é necessário um profundo conhecimento sobre as bases biomecânicas e cinesiológicas que envolvem a hiperlordose.

Vimos que a hiperlordose lombar está estruturada nas disfunções de grandes e pequenos grupos musculares: abdominais, glúteo máximo, iliopsoas, paravertebrais, e isquiotibiais. Na hiperlordose cervical tem-se o comprometimento de cadeia flexora e extensora da coluna, que também devem ter protocolos específicos de tratamento.

A fraqueza dos músculos abdominais impede a compressão eficaz das vísceras, fazendo com que estas se desloquem para frente e, com isso, acarretando a protrusão abdominal, favorecendo uma postura compensatória.

O encurtamento do iliopsoas associado à fraqueza de glúteo máximo leva a um desequilíbrio que interferem diretamente na posição espacial dos corpos vertebrais, e o encurtamento de musculatura paravertebral oficializa este padrão postural que logo se caracteriza como a hiperlordose.

Ciente dessas informações, o instrutor deve preconizar que o programa de exercícios para hiperlordose lombar e cervical seja voltado para o condicionamento e reequilíbrio dessas estruturas.

O protocolo básico de tratamento para hiperlordose lombar consiste em exercícios que favoreçam a retroversão pélvica, ativando os glúteos máximos, fortalecimento de abdominais, como reto abdominal, transverso, e oblíquos, associado ao alongamento de iliopsoas bilateralmente e alongamento de cadeia posterior.

Na hiperlordose cervical o protocolo de exercícios deve ser voltado para o fortalecimento da cadeia hipoativa flexora (anterior) e alongamento da cadeia hiperativa extensora (posterior).

Exercícios de Pilates para Hiperlordose

Abaixo seguem alguns dos exercícios que podem ser utilizados para o tratamento tanto para hiperlordose lombar como para hiperlordose cervical.

  1. The Hundred

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  1. Roll Up

 

eee eeee

 

  1. Roll Over

 

r rr

  1. Rolling Back

 

qq qqq      qqqq

 

 

 

 

 

  1. Front Splits

iiiii

 

  1. Hamstring Stretch

h hh

  1. The Cat

cat cattcatti

Concluindo…

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O estudo da postura corporal e de suas relações com o condicionamento osteomuscular pode fornecer subsídios importantes para os profissionais da área da saúde, além de possibilitar uma melhor estruturação de seus programas de exercícios.

O Pilates age como uma forma de tratamento para hiperlordose, através de um programa de exercícios específicos para melhora dos desequilíbrios musculares, visando a reestruturação e devolvendo a função fisiológica do corpo como um todo.

Portanto, utilizar-se do Pilates como opção para tratar não só a hiperlordose, mas qualquer outro desvio postural, torna-se de suma importância, pois têm-se a ciência de que não são apenas os sintomas e desconfortos que estão sendo tratados, mas também a causa para todas essas disfunções.

 

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Written by Ana Paula Sousa

Ana Paula Sousa

Fisioterapeuta, Pós-graduada em Disfunções Biomecânicas e Posturais da Coluna. Possui formação em RPG, Quiropraxia, Osteopatia, Terapia Manual, Estabilização Segmentar Vertebral. É professora/treinadora do Grupo Voll Pilates e atua na área de Reabilitação da Coluna há 4 anos em Teresina-PI.

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